
É uma doença da pele que ocorre na área do corpo ocluída pelas fraldas. É mais freqüente em crianças nos primeiros meses de vida, podendo também ocorrer em indivíduos adultos que necessitam do uso das fraldas (idosos e indivíduos com doenças neurológicas).
Vários fatores contribuem para seu desencadeamento: permanência de fraldas molhadas por tempo prolongado, cuidados higiênicos insuficientes, uso de produtos irritantes para limpeza, fraldas de pano lavadas com detergente líquido ou sabão em pó, e não enxaguada suficientemente, favorecendo a irritação da pele.
As complicações mais freqüentes são a candidíase e as infecções bacterianas.
A dermatite das fraldas manifesta-se com vermelhidão, pápulas (carocinhos) e descamação.
TRATAMENTO
1) Troca freqüente das fraldas. Durante o período de acometimento, deixar a criança sem fraldas o maior tempo possível, até a melhora do quadro.
2) Limpeza da pele a cada troca de fraldas, usando uma toalha ou fralda limpa, embebecida em água pura morna. Durante o período da irritação, não usar os lenços umedecidos próprios para esse fim. Esses poderão ser úteis fora do período da irritação.
3) Passar após a limpeza da pele, uma camada fina de pasta de zinco que pode ser preparada em uma farmácia de manipulação: oxido de zinco e óleo de amêndoas em partes iguais.
4) Não agasalhar demasiadamente a criança.
5) Deixar a área afetada exposta ao sol da manhã, aproximadamente por 10 minutos. Iniciar nos primeiros dias com 5 minutos e ir aumentando a cada dia até atingir os dez minutos.
Dra.Carla Ribeiro de Almeida
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