ABRE CAMPO (MG) - Policiais da 31ª Delegacia de Abre Campo concluíram o Inquérito Policial referente a uma festa clandestina realizada na zona rural da cidade de Abre Campo, no dia 30 de janeiro, durante a Onda Roxa da pandemia do novo coronavírus. Dois investigados – um morador de Abre Campo e outro de Matipó – são acusados dos crimes.
A festa infringia protocolos das autoridades sanitárias, estadual e municipal, de combate e prevenção à pandemia do COVID-19 que estava em vigor na época dos fatos com a “onda roxa”, a qual não era permitida nenhum tipo de evento ou festa que gerasse aglomeração de pessoas.
Durante o transcorrer da investigação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência dos dois suspeitos de terem organizado a festa clandestina e com o material arrecadado durante as buscas como celulares, documento, pen drive, fichas de bebidas, ingressos da festa e copos de propaganda, foi possível demonstrar a real participação dos suspeitos.
“Pelo conteúdo probatório arrecadado até o presente momento, há indícios suficientes para apontar a autoria aos dois investigados, sendo um morador de Abre Campo e outro de Matipó, por terem infringido os crimes de expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente e também de infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”, destacou a nota divulgada pela Polícia Civil.
O crime em questão foi destaque na imprensa, site de notícias e redes sociais, pois o Estado e suas regiões passavam por um momento delicado da pandemia devido às restrições impostas durante a “onda roxa”, conforme reportagem do Portal Caparaó
A investigação foi presidida inicialmente pelo Delegado Dr. Felipe de Ornelas Caldas, tendo sido concluída pelo Dr. Breno Barbosa Itamar de Oliveira, e a equipe responsável pela pela investigação os investigadores João Victor Teixeira Camargos Diniz, Rafael Barboza Campos e Ronaldo de Assis Mamédio, Escrivã Jordana Patrícia Pereira Silva de Paiva, auxiliar administrativa Miliany Tolentino Coelho.
Com informações da Polícia Civil

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