MANHUAÇU (MG) - O Corpo de Bombeiros de Manhuaçu apresentou nesta sexta-feira, 18/11, dois barcos e um motor de popa de 30 HP para atendimento na região durante solenidade na sede da 2ª Companhia do CBMMG. As modernas embarcações poderão ser empregadas em ocorrências de enchentes e inundações para o salvamento de pessoas que se encontrem isoladas ou em situação de risco, busca e regaste de corpos submersos, prevenção aquática, entre outras atividades.
Os recursos para aquisição dos equipamentos se deram com o valor de R$ 20.000,00 (de emenda impositiva indicada pelo Vereador Administrador Rodrigo e mais R$39.827,25 através de recurso destinado pelo Fórum da Comarca de Manhuaçu, mediante apresentação de projeto por parte da companhia, via Consep, oriundos da aplicação de pena de prestação pecuniária.
A solenidade que foi presidida pelo Comandante da Companhia, 1º Tenente Flávio Augusto Pires da Mota, contou com a presença da Prefeita Municipal, Maria Imaculada Dutra Dornelas, do Promotor de Justiça da 3ª Promotoria, Doutor Guilherme de Castro Germano, do Delegado Regional da 6ª DRPC, Dr. Felipe de Ornelas Caldas, do Vereador “Administrador Rodrigo”, entre outras autoridades, amigos e parceiros do Corpo de Bombeiros.
O Tenente Flávio Mota explicou em discurso que os modelos das embarcações são próprios para uso em operações de inundações e busca de vítimas de afogamento. Ele ressaltou a resistência a impactos dos botes e sua adequação aos tipos de rios da região de Manhuaçu, que apresentam muitas pedras nos leitos.
O vereador Administrador Rodrigo destacou a importância da aquisição das embarcações por meio de recursos de emenda e da comarca do município. “Estas duas embarcações irão nos atender com melhores condições de navegar nossos rios”, afirmou.
Ele também manifestou o desejo de levar ao comando geral da corporação a ideia de elevar o status de companhia para o de batalhão de Bombeiros em Manhuaçu. Rodrigo lembrou que o município deverá registrar no censo deste ano uma população de mais de 100 mil habitantes, o que justificaria a mudança para uma unidade militar independente.

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