LAJINHA (MG) - Seis pessoas foram presas durante operação da Polícia Civil em Lajinha nesta terça-feira, 03/09. As ações foram desencadeadas após investigações de um homicídio e casos de roubos na zona rural.
A operação foi coordenada pelo delegado de Polícia Civil de Lajinha, Henrique Mateus Rabello, com apoio de policiais civis de Mutum, Manhumirim, Espera Feliz e da Delegacia Regional de Manhuaçu.
Ao todo foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão temporária.
HOMICÍDIO
Quatro prisões foram efetuadas a partir dos levantamentos de um crime de homicídio no dia 31/05. A vítima foi brutalmente assassinada a tiros numa oficina em Lajinha numa emboscada planejada pelos autores, segundo investigação da Polícia Civil.
“As investigações indicaram fundadas razões para a representação de medidas cautelares junto ao judiciário como buscas e apreensões e prisões temporárias, as quais foram deferidas e cumpridas nesta data, sendo presos os indivíduos N.V.F, J.B.V.F, J.C.M.B e T.V.M”, destacou a nota divulgada pela Polícia Civil.
ROUBOS
Os outros mandados foram relacionados a investigações de roubos cometidos entre os municípios de Lajinha e Mutum. Foram presos dois dos três alvos - C.C.S e J.A.
As investigações tiveram início após assalto a mão armada ocorrido no distrito de São Roque, zona rural de Mutum, no dia 22 de junho.
“Em resposta imediata e através de investigação qualificada logrou-se êxito na qualificação e identificação dos suspeitos, os quais são oriundos do estado do ES, mais precisamente Ibitirama, Iúna e Colatina, sendo dois localizados e presos”.
Os levantamentos ainda apuraram que os autores foram responsáveis por diversos furtos a escolas municipais e estaduais localizadas em Lajinha e Mutum, como as dos distritos de Barra Longa e Santa Elisa.
“A Polícia Civil informa que a diligência Lajinha teve resultado positivo e culminou na conclusão de duas investigações de crimes violentos na região. As respostas imediatas e qualificadas visam inibir condutas dessa natureza na região fronteiriça que gera temor à população mineira”, concluiu.
Carlos Henrique Cruz - Portal Caparaó

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