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Filho de influenciadora do agro assassinada em Mutum pede justiça

12/06/2026 - Atualizado em 12/06/2026 22h28

MUTUM (MG) - O filho da influenciadora digital e produtora rural Alzira Maria Theodoro Luiz, de 43 anos, assassinada a tiros no último domingo (7), na zona rural de Mutum, no Vale do Rio Doce, fez um apelo por Justiça e cobrou respostas das autoridades sobre o andamento das investigações.

Em vídeo enviado à Itatiaia, Bruno Theodoro afirmou que ele e os familiares continuam em busca de esclarecimentos sobre o crime e lamentou os comentários e julgamentos que vêm recebendo desde a morte da mãe. “Eu e minha família estamos em busca de Justiça pelo que aconteceu com a minha mãe. Apesar dos comentários maldosos que tenho recebido, não vou desistir”, declarou.

Segundo Bruno, a família está abalada com o ocorrido e ainda não recebeu novas informações sobre a investigação. “A polícia não falou mais nada, não esclareceu e todo o processo está em sigilo”, afirmou.

O filho da influenciadora também relatou o desgaste emocional enfrentado pelos familiares. “Eu estou exausto. A gente escuta cada coisa, ouve cada coisa. É muita gente julgando e pouca ajudando”, desabafou.

Bruno ainda reforçou o pedido para que o crime seja esclarecido. “Que a Justiça seja feita, a verdade apareça e tudo seja esclarecido para a gente poder ter paz. E para a minha mãe poder descansar. Não está sendo fácil”, disse.

O caso

Alzira Maria Theodoro Luiz foi morta a tiros na manhã de domingo (7), no Córrego Mata Fria, zona rural de Mutum. De acordo com as investigações iniciais, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e efetuaram disparos contra a vítima antes de fugir.

A influenciadora era conhecida nas redes sociais por compartilhar conteúdos sobre a rotina no campo e a cafeicultura. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a autoria e a motivação do homicídio, que seguem desconhecidas. Até a publicação da reportagem, nenhum suspeito havia sido preso. A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil de Minas Gerais.

Por Renato Rios Neto e Vinícius Brito e Jailton Pereira / Itatiaia

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