Portal Caparaó - Júri Popular: Um dos envolvidos na morte de Presidente da Câmara está sendo julgado
Segurança

Júri Popular: Um dos envolvidos na morte de Presidente da Câmara está sendo julgado

19/11/2010 - Atualizado em 19/11/2010 12h38
Américo foi assassinado na porta de casa. Cleidimar participou da reconstituição em setembro do ano passado. Enquanto Gil Pé de Bicho (abaixo) ainda espera o julgamento.

Uma grande movimentação é registrada nesta sexta-feira, 19, no Fórum Desembargador Alonso Starling (em Manhuaçu) durante o julgamento de Cleidimar de Praça Freitas, 20 anos, denunciado pelo Ministério Público pela participação no assassinato do Presidente da Câmara de São João do Manhuaçu, Américo Gonçalves Courradesqui, em 5 de julho de 2009.

Como o processo foi desmembrado, o principal acusado, José Gilmar Fernandes Praça (Gil Pé de Bicho), 29, ainda não tem julgamento marcado.

Américo foi morto por volta das 10h30 na rua Vicente Estevão Florêncio em frente à casa dele, no Centro da cidade de São João do Manhuaçu. O lavrador José Gilmar Fernandes Praça, de 29 anos, conhecido com ‘Gil Pé de Bicho’, chegou e atirou no presidente da Câmara. Em seguida, fugiu de moto. O sobrinho dele, Cleidimar de Praça Freitas, 20 anos, é apontado como quem deu suporte ao tio, observando a movimentação de Américo. O Promotor de Justiça Dr. Fábio Santana sustenta que a tese de homicídio qualificado e ofereceu denuncia argumentando que o rapaz teve participação ativa no crime. A defesa é feita pelos advogados Roberto Gomes Pereira Neto e Alex Barbosa de Matos.

Segundo testemunhas, Américo Courradesqui estava lavando o carro que acabara de comprar, quando Gil chegou à pé e atirou à queima roupa contra o vereador, que morreu na hora. Os disparos acertaram a cabeça e as costas de Américo.

Américo Courradesqui era Presidente da Câmara de São João do Manhuaçu

Eduardo Satil - portalcaparao@gmail.com

O Portal Caparaó não se responsabiliza por qualquer comentário expresso no site ou através de qualquer outro meio, produzido através de redes sociais ou mensagens. O Portal Caparaó se reserva o direito de eliminar os comentários que considere inadequados ou ofensivos, provenientes de fontes distintas. As opiniões são de responsabilidade de seus autores.