MANHUAÇU (MG) - Proprietários e representantes de bens tombados de Manhuaçu participaram, na manhã desta quinta-feira, dia 26, de um evento realizado na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo que marcou a assinatura do Termo de Execução Cultural.
O documento contempla três imóveis que receberão, juntos, o valor de R$ 150.000,00, dividido igualmente, destinado à realização de reformas e ações de conservação. Os bens beneficiados são: Villa Maria, Villa Sylvia e a Igreja Imaculada Conceição.
O evento contou também com a participação dos membros do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Manhuaçu e representantes do governo municipal, lideradas pela prefeita Imaculada.
Os bens tombados são mais do que construções de alvenaria: representam símbolos de pertencimento, marcos da cidadania e uma herança que sustenta a identidade cultural do nosso povo.
A iniciativa integra o programa Restaura Manhuaçu, que busca valorizar e proteger o patrimônio histórico e cultural do município.
O Secretário Municipal de Cultura e Turismo, Willen Rike Camargos Soares, destacou a relevância da conquista: “Aconteceu o tão esperado dia de assinatura do termo de execução cultural com os proprietários de bens tombados. Temos uma série de prédios, residências e igrejas protegidos como patrimônio histórico e cultural de Manhuaçu. É natural que necessitem de reformas e reparos para garantir sua preservação e manutenção, para que durem muitos anos e possam ser contemplados por futuras gerações.”
A Prefeita Maria Imaculada ressaltou a importância do momento e reforçou o compromisso da gestão: “Isto acontece pela primeira vez em Manhuaçu e é motivo de muita alegria, porque trata-se da história da nossa cidade. O cuidado que temos com os patrimônios é muito grande, estamos muito felizes, assim como os contemplados. Parabenizo os proprietários e a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo pela realização do Restaura Manhuaçu.”
O evento contou ainda com a presença de representantes do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural (COMPAC), entre eles Fátima Marynck e Cláudia Heringer, que reforçaram a importância de valorizar a história da cidade e preservar seus símbolos de identidade.
O Padre Lucas Benfica, pároco do Bom Pastor, junto ao coordenador da Igreja Imaculada Conceição do Coqueiro, enfatizou: “É de suma importância a preocupação dos envolvidos em valorizar bens tão significativos para a história da cidade, ainda mais tratando-se de um patrimônio religioso.”
O Diretor de Cultura e responsável pelo projeto, Daniel Clemente, reforçou o caráter histórico da iniciativa: “É motivo de muita alegria para o município, porque depois de 26 anos, os proprietários pela primeira vez puderam receber recursos para financiar reformas de manutenção, conservação e restauração de seus bens tombados. Foi muito trabalho e não foi fácil chegar até aqui, mas conseguimos. Isso prova que Manhuaçu está se transformando a cada dia em uma cidade melhor.”
Teógenes Nazaré

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